De acordo com o Instituto Agronômico de Pernambuco, nos próximos três meses, o volume de chuvas vai ficar dentro da média ou um pouco acima do normal no Sertão
A chuva que reapareceu antes do fim do ano tem animado agricultores das regiões semi-áridas. O bom período chuvoso esperado pelo sertanejo é provocado pelo fenômeno La Niña, que é o esfriamento das águas do oceano Pacífico, afetando o comportamento climático do continente americano e de outras regiões do planeta.
De acordo com o Instituto Agronômico de Pernambuco, o fenômeno deve possibilitar pelo menos nos próximos três meses, um volume de chuvas que fique dentro da média ou um pouco acima do normal. Seria uma precipitação ideal para uma boa colheita no semi-árido. “A gente planta, mas a esperança é Deus abençoar para a gente pegar e vender por um preço legal”, conta o agricultor Laércio dos Santos, que começou a plantar milho em dezembro do ano passado.
Um exemplo foi o que ocorreu no município de Floresta, em dezembro de 2010. Foram registrados pouco mais de 200 milímetros no mês, quando a média histórica é de 40 milímetros. Em Afogados da Ingazeira, choveu 85,4 mm, superando a média de janeiro para o mês, que foi de 57,6 milímetros (PE 360 Graus).
Esta página tem o objetivo de contribuir para a difusão de informações sobre a cultura do meio rural. A intenção não é ser uma referência em “furos jornalísticos”, mas divulgar as riquezas culturais e naturais que ainda não conseguiram espaço na grande mídia. Seja produção própria ou compilação junto a outros veículos, que terão a fonte devidamente citada, PALAVRA RURAL trará também informações importantes ao homem do campo e a todos que se interessam pelas coisas do meio rural.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Chuvas aumentam as voçorocas
O período chuvoso, sem dúvida, é o melhor para o produtor rural. É nesta época que o campo se transforma, com tudo verde e os animais ficam mais saudáveis. A chuva, porém, traz uma preocupação que já entrou na agenda do produtor mais consciente da preservação ambiental. As voçorocas, ou aquelas verdadeiras crateras abertas pela ação da chuva e dos ventos, aumentam nesse período.
Por isso, é louvável a iniciativa do poder público em algumas regiões em remunerar o pequeno produtor conforme as ações de preservação ambiental. Essas ações, até então, têm sido restritas a preservação de matas ciliares e nascentes. Mas as voçorocas podem fazer parte dessas medidas. Afinal, toda a terra arrastada pelas chuvas e pelo vento acaba indo para os cursos d´água como córregos e rios.
É bom que o produtor comece a se preocupar com o problema não só quando já estiver em elevado grau de degradação. Os pequenos sinais em meio a pastagens, lavouras e até em estradas já devem ser tratados com atenção para não agravar o problema.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Embrapa indica variedades de amendoim para o Semiárido
Três cultivares de amendoim desenvolvidas pela unidade de Algodão da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Campina Grande (PB), são recomendadas para o Semiárido nordestino. As variedades BR1, BRS 151 L7 e BRS Havana já estão disponíveis na Embrapa Transferência de Tecnologia, em Brasília (DF). A oleaginosa também tem potencial para a fabricação de biodiesel, umqa vez que algumas variedades produzem até 50% de óleo.
As cultivares são tolerantes à seca, apresentam ciclo curto e grãos com características exigidas pelo mercado interno e pela indústria. A BR1, mais procurada pelos produtores nordestinos, tem baixo teor de óleo (45%) e 29% de proteína bruta. Seu ciclo médio é de 90 dias. A BRS 151 L7 é a mais precoce, com ciclo de 87 dias. O teor de óleo bruto nas sementes é 46%. Já a BRS Havana tem ciclo de 90 dias e o menor teor de óleo (43%) entre as cultivares utilizadas no Brasil.
A maior parte do amendoim brasileiro é cultivada na região Sudeste, seguida pelo Centro-Oeste e Nordeste. São Paulo se destaca com cerca de 80% da produção nacional. Os principais produtores do Nordeste são a Bahia, Sergipe, Ceará e Paraíba. A região é também a segunda maior consumidora de amendoim do Brasil. O sistema de produção típico é o de agricultura familiar, com pouco uso de insumos ou mecanização.
No mês passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou a relação dos municípios com novas áreas aptas ao plantio da oleaginosa no Ceará e Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O estudo para indicação das áreas – o zoneamento agrícola de risco climático – leva em conta os períodos de plantio para o cultivo das variedades em condições de baixo risco climático.
Para obter mais informações e adquirir sementes das cultivares, basta entrar em contato com o escritório de negócios da Embrapa em Campina Grande (PB), na Rua Oswaldo Cruz, 1143 – Bairro Centenário – Caixa Postal 174 CEP – 58107-720, ou ainda pelos e-mails encpg.snt@embrapa.br e sementes@cnpa.embrapa.br. (MAPA e Embrapa)
As cultivares são tolerantes à seca, apresentam ciclo curto e grãos com características exigidas pelo mercado interno e pela indústria. A BR1, mais procurada pelos produtores nordestinos, tem baixo teor de óleo (45%) e 29% de proteína bruta. Seu ciclo médio é de 90 dias. A BRS 151 L7 é a mais precoce, com ciclo de 87 dias. O teor de óleo bruto nas sementes é 46%. Já a BRS Havana tem ciclo de 90 dias e o menor teor de óleo (43%) entre as cultivares utilizadas no Brasil.
A maior parte do amendoim brasileiro é cultivada na região Sudeste, seguida pelo Centro-Oeste e Nordeste. São Paulo se destaca com cerca de 80% da produção nacional. Os principais produtores do Nordeste são a Bahia, Sergipe, Ceará e Paraíba. A região é também a segunda maior consumidora de amendoim do Brasil. O sistema de produção típico é o de agricultura familiar, com pouco uso de insumos ou mecanização.
No mês passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou a relação dos municípios com novas áreas aptas ao plantio da oleaginosa no Ceará e Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O estudo para indicação das áreas – o zoneamento agrícola de risco climático – leva em conta os períodos de plantio para o cultivo das variedades em condições de baixo risco climático.
Para obter mais informações e adquirir sementes das cultivares, basta entrar em contato com o escritório de negócios da Embrapa em Campina Grande (PB), na Rua Oswaldo Cruz, 1143 – Bairro Centenário – Caixa Postal 174 CEP – 58107-720, ou ainda pelos e-mails encpg.snt@embrapa.br e sementes@cnpa.embrapa.br. (MAPA e Embrapa)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Governo quer incentivar produtores de orgânicos
“A redução de impostos e pagamentos por serviços ambientais, além de incentivos governamentais ao produtor de orgânicos são algumas formas de reduzir gastos e fomentar o setor”, afirmou o coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias, em palestra, na noite de ontem, durante a BioFach América Latina 2010. O evento segue até amanhã.
Segundo ele, esse é um tema que surge agora na pauta de discussões do setor, que busca, por meio de redução nas questões tributárias e fiscais, reduzir os gastos do agricultor. “Queremos que o produto orgânico tenha preços mais competitivos e que seja permitida a universalização do acesso”, destaca Dias. Ele conta que esse desafio foi colocado pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em café da manhã orgânico promovido por representantes do setor, no Palácio do Planalto, há quatro meses. “Uso as palavras do nosso presidente: temos que buscar medidas fiscais e tributárias que permitam o acesso de toda a população aos produtos orgânicos, dos mais ricos aos mais pobres”.
Para Rogério, esse é o início das discussões, que será útil para que empresários e governo comecem a pensar não só em como baixar tributos, mas como também colocar a questão de pagamento por serviços ambientais, que podem ser reduzidos. “Já existem iniciativas, não só no Brasil, mas em outros países, e às vezes são pequenas medidas como essas que podem ser adotadas, trazendo resultados bastante positivos”.
A questão da assistência técnica também é importante e pode ser reforçada com profissionais do governo federal capacitados a levar informações da agricultura orgânica aos produtores, pois, hoje, é um dos grandes desafios para o crescimento do setor. “Aí entra o papel de órgãos, como os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, que têm recursos e já vêm investindo em capacitações de produtores”, conclui Dias. (Sophia Gebrim/MAPA)
Segundo ele, esse é um tema que surge agora na pauta de discussões do setor, que busca, por meio de redução nas questões tributárias e fiscais, reduzir os gastos do agricultor. “Queremos que o produto orgânico tenha preços mais competitivos e que seja permitida a universalização do acesso”, destaca Dias. Ele conta que esse desafio foi colocado pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em café da manhã orgânico promovido por representantes do setor, no Palácio do Planalto, há quatro meses. “Uso as palavras do nosso presidente: temos que buscar medidas fiscais e tributárias que permitam o acesso de toda a população aos produtos orgânicos, dos mais ricos aos mais pobres”.
Para Rogério, esse é o início das discussões, que será útil para que empresários e governo comecem a pensar não só em como baixar tributos, mas como também colocar a questão de pagamento por serviços ambientais, que podem ser reduzidos. “Já existem iniciativas, não só no Brasil, mas em outros países, e às vezes são pequenas medidas como essas que podem ser adotadas, trazendo resultados bastante positivos”.
A questão da assistência técnica também é importante e pode ser reforçada com profissionais do governo federal capacitados a levar informações da agricultura orgânica aos produtores, pois, hoje, é um dos grandes desafios para o crescimento do setor. “Aí entra o papel de órgãos, como os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, que têm recursos e já vêm investindo em capacitações de produtores”, conclui Dias. (Sophia Gebrim/MAPA)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Agricultura é essencial para redução de gases de efeito estufa
A agricultura de baixo carbono é uma das medidas centrais para que o Brasil tenha sucesso na mitigação dos efeitos do clima, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na manhã desta terça-feira, 26 de outubro. Ele encerrou a reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, no Palácio do Planalto, quando também foi lançado o Inventário Brasileiro de Emissões de CO2.
Lula mencionou os R$ 2 bilhões destinados ao programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), instituído este ano, para financiar, a juros baixos, práticas que reúnam eficiência no campo com redução das emissões de CO2. Segundo o presidente, os incentivos do governo para promover uma “safra verde” e o empenho do setor rural juntamente com o combate ao desmatamento serão fundamentais para que o Brasil atinja as metas de redução, até 2020, entre 36% e 39% das emissões de gases de efeito estufa anunciadas em 2009, durante a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), em Copenhague (Dinamarca).
“Os compromissos estabelecidos estão sendo cumpridos e se continuarmos neste ritmo vamos antecipar a meta em quatro anos”, afirmou. “Estabelecemos metas voluntárias e demos uma resposta ousada e concreta ao mundo sem abdicar de crescimento econômico e promoção da inclusão social”, disse. O presidente citou ainda como ações importantes para mitigar as mudanças climáticas, os zoneamentos agroecológicos da cana-de-açúcar e da palma de óleo, para orientar a expansão das duas culturas com preservação ambiental, e a política de incentivo à tecnologia dos carros flex-fluel. “Os empresários rurais já entenderam que cuidar do clima é uma vantagem comparativa em relação a outros países produtores de alimentos”, completou Lula.
Nesta manhã, o presidente também assinou o decreto que regulamenta o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas, que vai financiar ações de combate à desertificação, adaptação ao clima, promoção e difusão de tecnologias, incentivo às cadeias produtivas sustentáveis e pagamento de serviços ambientais. Para 2011, o fundo já tem aprovados R$ 226 milhões.
O Inventário Brasileiro de Emissões de CO2 será apresentado na 16ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-16), em Cancun (México), que será realizada de 29 de novembro a 10 de dezembro deste ano. (Laila Muniz/MAPA)
Lula mencionou os R$ 2 bilhões destinados ao programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), instituído este ano, para financiar, a juros baixos, práticas que reúnam eficiência no campo com redução das emissões de CO2. Segundo o presidente, os incentivos do governo para promover uma “safra verde” e o empenho do setor rural juntamente com o combate ao desmatamento serão fundamentais para que o Brasil atinja as metas de redução, até 2020, entre 36% e 39% das emissões de gases de efeito estufa anunciadas em 2009, durante a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), em Copenhague (Dinamarca).
“Os compromissos estabelecidos estão sendo cumpridos e se continuarmos neste ritmo vamos antecipar a meta em quatro anos”, afirmou. “Estabelecemos metas voluntárias e demos uma resposta ousada e concreta ao mundo sem abdicar de crescimento econômico e promoção da inclusão social”, disse. O presidente citou ainda como ações importantes para mitigar as mudanças climáticas, os zoneamentos agroecológicos da cana-de-açúcar e da palma de óleo, para orientar a expansão das duas culturas com preservação ambiental, e a política de incentivo à tecnologia dos carros flex-fluel. “Os empresários rurais já entenderam que cuidar do clima é uma vantagem comparativa em relação a outros países produtores de alimentos”, completou Lula.
Nesta manhã, o presidente também assinou o decreto que regulamenta o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas, que vai financiar ações de combate à desertificação, adaptação ao clima, promoção e difusão de tecnologias, incentivo às cadeias produtivas sustentáveis e pagamento de serviços ambientais. Para 2011, o fundo já tem aprovados R$ 226 milhões.
O Inventário Brasileiro de Emissões de CO2 será apresentado na 16ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-16), em Cancun (México), que será realizada de 29 de novembro a 10 de dezembro deste ano. (Laila Muniz/MAPA)
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Congresso Mundial de ensino em alternância debate a educação no meio rural
O diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (DATER), da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Argileu Martins da Silva, participa, de 22 a 24 de setembro, na cidade de Lima, no Peru, do IX Congreso Mundial de la AIMFR: Educación en Allternancia para el Desarrollo Rural. Silva. Argileu, que estará representando o MDA, vai abordar o tema: La educación rural y su impacto en el desarollo local. “O foco do Congresso é impactar de maneira expressiva a pedagogia da alternância com direito ao conhecimento no meio rural”, esclarece.
O Congresso tem por objetivo divulgar o sistema de ensino aplicado em alternância em áreas rurais do Peru e de outras partes do mundo, mostrar a sua contribuição para o desenvolvimento dos povos para a educação integral dos jovens, com o envolvimento das famílias e outras partes interessadas na parceria para a gestão dos centros de formação. O Congresso pretende provocar a reflexão e o intercâmbio de experiências.
Esta 9ª edição do Congresso Mundial, que é realizado a cada cinco anos, tem mais de 1.500 parceiros de 40 países dos cinco continentes. É organizado pela União Nacional dos Centros de Formação Rural em Alternância do Peru (UNCRFAP) e pela Pro Rural – Educação para o Desenvolvimento Rural e conta com o apoio do Movimento Internacional de Solidariedade Familiar de Formação Rural (SIMFR), do Peru.
O sistema de educação em alternância
Implantado no Peru desde 2002, o ensino em alternância promove o desenvolvimento local por meio da formação global dos jovens e adolescentes nas áreas rurais. Este sistema é composto por: associações, constituídas por pais e outros atores locais que compõem os Centros Rurais de Formação de Alternância (CRFA), que aplicam a pedagogia da Alternância. Essas instituições contribuem para a formação profissional do aluno de acordo com o potencial de desenvolvimento local onde estão inseridos, promovendo o empreendedorismo em diversos setores de produção de bens e serviços.
No Brasil, o movimento surgiu no final dos anos 60, soba influência francesa. Os Centros Familiares de Formação por Alternância (CEFFAs) aplicam a Pedagogia da Alternância e atuam com as Casas Familiares Rurais (CFR) e as Escolas Família Agrícola (EFA), entre outras entidades. Para participar o aluno deve ser filho de agricultor, trabalhador rural ou agregado. O estudante passa por um período de desenvolvimento de atividades nos Centros Rurais com as famílias e comunidades, e o estudo segue um plano de ensino criado entre a escola e a família.
Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo site www.aimfr-congresoperu.com.
Fonte: Portal do MDA
O Congresso tem por objetivo divulgar o sistema de ensino aplicado em alternância em áreas rurais do Peru e de outras partes do mundo, mostrar a sua contribuição para o desenvolvimento dos povos para a educação integral dos jovens, com o envolvimento das famílias e outras partes interessadas na parceria para a gestão dos centros de formação. O Congresso pretende provocar a reflexão e o intercâmbio de experiências.
Esta 9ª edição do Congresso Mundial, que é realizado a cada cinco anos, tem mais de 1.500 parceiros de 40 países dos cinco continentes. É organizado pela União Nacional dos Centros de Formação Rural em Alternância do Peru (UNCRFAP) e pela Pro Rural – Educação para o Desenvolvimento Rural e conta com o apoio do Movimento Internacional de Solidariedade Familiar de Formação Rural (SIMFR), do Peru.
O sistema de educação em alternância
Implantado no Peru desde 2002, o ensino em alternância promove o desenvolvimento local por meio da formação global dos jovens e adolescentes nas áreas rurais. Este sistema é composto por: associações, constituídas por pais e outros atores locais que compõem os Centros Rurais de Formação de Alternância (CRFA), que aplicam a pedagogia da Alternância. Essas instituições contribuem para a formação profissional do aluno de acordo com o potencial de desenvolvimento local onde estão inseridos, promovendo o empreendedorismo em diversos setores de produção de bens e serviços.
No Brasil, o movimento surgiu no final dos anos 60, soba influência francesa. Os Centros Familiares de Formação por Alternância (CEFFAs) aplicam a Pedagogia da Alternância e atuam com as Casas Familiares Rurais (CFR) e as Escolas Família Agrícola (EFA), entre outras entidades. Para participar o aluno deve ser filho de agricultor, trabalhador rural ou agregado. O estudante passa por um período de desenvolvimento de atividades nos Centros Rurais com as famílias e comunidades, e o estudo segue um plano de ensino criado entre a escola e a família.
Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo site www.aimfr-congresoperu.com.
Fonte: Portal do MDA
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Agriminas 2010 começa nesta quinta, em BH
Quem gosta das coisas do meio rural e está nas proximidades da capital mineira pode visitar a Feira de Agricultura Familiar de Minas Gerais (Agriminas), que está completando sua quinta edição. O evento começa nesta quinta-feira, 2 de setembro e vai até o próximo domingo, 5, na Serraria Souza Pinto, no centro de Belo Horizonte.
A Agriminas tem como objetivo expandir o mercado para os produtos da agricultura familiar e ao mesmo tempo qualificar agricultores e assentados da reforma agrária. Durante quatro dias serão apresentados ao público variados produtos da agroindústria familiar e de áreas de assentamento da reforma agrária em todo o Estado.
Os participantes podem, ainda, assistir a palestras técnicas focadas na capacitação de agricultores, reuniões de negócios e oficinas voltadas para o público visitante.
É sem dúvida um momento para se conhecer um pouco mais sobre o meio rural, ou, para quem já conhece, matar a saudade “das coisas do campo”.
A Agriminas tem como objetivo expandir o mercado para os produtos da agricultura familiar e ao mesmo tempo qualificar agricultores e assentados da reforma agrária. Durante quatro dias serão apresentados ao público variados produtos da agroindústria familiar e de áreas de assentamento da reforma agrária em todo o Estado.
Os participantes podem, ainda, assistir a palestras técnicas focadas na capacitação de agricultores, reuniões de negócios e oficinas voltadas para o público visitante.
É sem dúvida um momento para se conhecer um pouco mais sobre o meio rural, ou, para quem já conhece, matar a saudade “das coisas do campo”.
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